Jovens se drogam, bebem, fumam, enquanto tudo permanece na mesma. Já não tenho mais esperança nesse mundo. Pelo menos eu vou conseguir me salvar. Qual será o final? Acabará mesmo desse jeito? E se eu fizer algo? Acho que é tarde demais. Meus pensamentos se tornam cada vez mais confusos. Eu agonizo em meio a risos, futilidade e aquilo que as pessoas costumam chamar de felicidade. Nada disso me atinge. Mas está tudo bem... as coisas são assim mesmo... é preciso esperar (em vão, talvez). Mas a chama da vida não pode apagar, não pode de jeito nenhum.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Dois horários vagos de Português I
O relógio avisa que são 9 horas. A apreensão toma conta daquele pequeno e frágil corpo. O que acontecerá agora? Será esse o meu fim? Acho que não vivi o suficiente... nunca realizei nenhum dos meus sonhos, nunca vi sair do meu rosto um sincero sorriso. Não, esse não pode ser meu fim. Não é assim que eu imaginei que acabaria. Eu não posso aceitar isso. E é só por esse motivo que eu sento, observo as árvores, os bancos e as nuvens se movimentarem uniformemente sobre um mundo rodeado de caos, miséria, injustiça e pessoas que são capazes de fazer as mais horríveis coisas por um pouco de esperança na sua própria vida.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário